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Integração Terminal Service (Somente Windows)

Terminal Service (somente Windows)​

Esse tipo de instalação visa atender clientes que necessitam trabalhar com o paykit de modo compartilhado, ou seja, uma única máquina física executando mais de um PDV, o que normalmente ocorre em máquinas utilizadas em modo Terminal Service.

Image

Diagrama de arquitetura

Descrição Funcional​

Componentes​

Ao instalar o client em modo compartilhado, será criada apenas uma instalação que será utilizada por todos os pdvs ao mesmo tempo. Isso significa que todos os pdvs carregarão o client do mesmo local e apenas os diretórios e arquivos relativos exclusivamente a um pdv será replicado para cada um dos pdvs.

Para isso, além dos diretórios padrão será criado um diretório chamado “DadosAmbiente”. Dentro desse diretório os dados estarão organizados seguindo a estrutura “EMP<Número da empresa>\LOJA<Número da loja>\PDV<Número do pdv>. Dentro do diretório de dados de cada pdv serão encontrados os diretórios Bin, Cupons e Interno com os dados relativos aquele pdv.

Dentro do diretório Bin serão encontrados os arquivos de tabelas bem como o arquivo de configuração clientdados.ini. Já os comprovantes das transações realizadas com aquele pdv ficarão armazenados no diretório Cupons e os logs dentro do diretório Interno.

Dentro da pasta Bin do diretório raiz de instalação do client será criado o arquivo “clientcomaprtilhado.cfg” .Esse arquivo indica que essa é uma instalação compartilhada e conterá dados que serão utilizados para a configuração de cada um dos pdvs posteriormente e, portanto, não deverá ser deletado.

Configuração​

Para cada um dos pdvs que serão utilizados simultaneamente, deverá ser criado um usuário do windows correspondente, já que para que a instalação compartilhada funcione corretamente, cada usuário do windows só poderá executar um pdv por vez. Para configurar um pdv para um usuário, a automação deverá carregar o módulo de integração “DPOSDRV.DLL” e executar os seguintes métodos:

(1) EmpresaLojaPDV

(2) CNPJEstabelecimento

(3) BuscaCertificado

(4) ConfiguraComunicacaoDTEF

Caso o servidor TEF seja o mesmo utilizado na instalação inicial, a configuração estará concluída. Caso seja necessário utilizar outro servidor TEF, o método (4) ConfiguraComunicacaoDTEF deverá ser executado.

Ao final do procedimento, serão criados os diretórios relativos a esse pdv dentro do diretório “DadosAmbiente” bem como o arquivo “clientuser.ini” dentro do diretório home daquele usuário.

Uso​

Após a criação dos usuários e a realização dos procedimentos de configuração, o client estará pronto para uso. Para isso, cada um dos usuários deverá fazer login no servidor TS com as suas credenciais e executar a automação normalmente. Cada instância da automação deverá carregar o módulo de integração “DPOSDRV.dll” e iniciar o fluxo das transações. O carregamento do módulo ficará atrelado ao processo e não terá impacto no fluxo dos outros usuários.

Se durante a sessão o usuário executar os métodos de configuração para trocar os dados de loja/pdv utilizados, o arquivo de configuração será atualizado e o client passará a salvar os dados das transações nos diretórios relativos a nova loja/pdv configurada.

Aplicações afetadas​

Além do client, a ferramenta de configuração (DPOSConfig) foi atualizada e está preparada para ser utilizada com a instalação compartilhada. Ao configurar um pdv utilizando o DPOSConfig, o mesmo fluxo de configuração será executado, com a criação dos mesmos diretórios e arquivos de configuração realizados na configuração através dos métodos disponíveis na “DPOSDRV.DLL”.

Pré-requisitos​

Para que a automação (AC) consiga integrar com o client TEF no formato compartilhado é necessário seguir alguns requisitos técnicos.

  1. A feature do Client Compartilhado foi desenvolvida para aplicações Windows, por isso a automação necessita ser Windows e também precisa ser x32 bits.
  2. Deve conter apenas um tipo de instalação do client na máquina host, ou seja, se houver algum client instalado previamente, será necessário desinstalar a aplicação e apagar o arquivo de configuração dpos.ini. (O processo de desinstalação está automatizado no instalador da versão, porém a deleção dos arquivos de configuração em versões anteriores deve ser feita manualmente).
  3. A automação deve trabalhar com a configuração de 1 PDV por Usuário, ou seja, cada usuário do WINDOWS só poderá ter 1 PDV ativo por vez.
  4. A automação deve ter os dados de conexão e vinculo do PDV com o TEF previamente, pois, a configuração do PDV é de total responsabilidade da automação e deve ser feito via consumo dos métodos disponibilizados na DPOSDRV.dll
    1. Na implantação, o PDV a ser implantado será configurado pelo instalador de implantação, essa é a exceção a regra anterior.
  5. Obrigatório a implementação dos métodos: (1) EmpresaLojaPDV, (2) CNPJEstabelecimento, (3) BuscaCertificado, (4) ConfiguraComunicacaoDTEF.
  6. Na configuração da comunicação do remote desktop, deve estar habilitado o mapeamento as portas seriais locais, como segue no print abaixo:

Configuração da comunicação do remote desktop